A Natura, empresa de cosméticos brasileira, é a primeira do segmento a receber a Patente Verde do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O prêmio veio graças ao desenvolvimento de uma biomassa gerada a partir de óleos extraídos de oleaginosas da Amazônia. A matéria-prima será utilizada em novo produto que será lançado em 2020.

O registro de patente garante a exclusividade da invenção nos primeiros anos de uso comercial.

Mas em que consiste a Patente Verde?

A Patente Verde é um programa do INPI, iniciado em 2012, que acelera os processos de registro de tecnologias que estejam voltadas ao meio ambiente. Ainda de acordo com o Instituto, o programa contempla tecnologias para energia alternativa, transporte, conservação de energia, gerenciamento de resíduos e agricultura. Veja a lista completa.

Por que fazer o registro?

Com o registro de patente, fica assegurado ao titular o direito de uso exclusivo sobre a matéria reivindicada, pelo período de 15 ou 20 anos, em todo o território nacional e/ou nos países solicitados.

Dessa forma, o titular poderá impedir a cópia – total ou parcial, a reprodução indevida por terceiros desautorizados, possíveis plágios e pirataria, bem como combater a concorrência desleal.

Além disso, por configurar efetivamente um bem de natureza econômica, a patente permite ao titular lucrar nas mais variadas transações, como por exemplo, vender, licenciar, transferir ou elevar suas vendas.

O registro de patente também possibilita a abertura de novos mercados por meio de parcerias comerciais.

A Direção Marcas e Patentes oferece todo o acompanhamento necessário para a realização desse processo, com total sigilo e segurança.

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